
Estou longe de ser uma pessoa correta, sã.
Tem horas que eu queria mesmo era que as coisas na minha vida fossem comuns, programáveis. Acontece que, sem esperar, alguém chuta o balde e vejo meu mundinho boiando na enxurrada de emoções que me circulam.
Se eu o conhecesse aos 18, perdesse a virgindade aos 20, aos 24 ficasse noiva para casar aos 25-26... seria o namoro perfeito, o casamento esperado... o namoro seria um 'caso de família' e no convite do casamento estaria escrito: "E foram felizes para sempre"...
No entanto... aos 25, só vejo meu barquinho vagando na imensidão do Oceano Impacífico.
Que amar é verbo intransitivo, eu já tinha ouvido falar... mas que além de intransitivo, ele era desajuizado, intransigente, eu esperava não descobrir... ainda mais quando o 'amar' passa a ser um verbo pessoal... como filho, entende? A gente semeia, gera, vê nascer, crescer e se tornar um robusto... amor rebelde!
Como um filho adolescente, vou tentando educar esse verbo sentimental...
E tentando entender porque não foi como aconteceu com a Simone, a Joana, a Helena, a Elizabeth...
4 comentários:
Achei ótimo esse post!!
Amor é filho rebelde!Rsrsrs!!
Eu só espero que esse filho lhe traga grandes alegrias além dessas que à parte de todos os incômodos ele te dá!!!
programáveis...
eu estou longe dessa palavra,
e isso não quer dizer que
surpresas não sejam ruins
às vezes a vida te surpreende
com o que vc queria e nem pensava em querer pedir...
gostei do poste
um grande abraço
do
Felipe Godoy!
Felipe...
Minha cabeça é revolucionária, e se rebela conta meus próprios pensamentos.
Sempre estou esperando a vida me surpreender... ela sempre faz isso... a vida é como um amigo que mora fora da cidade de de vez em quando bate à porta ora com um cacho de bananas, ora com um saco de limões, ora com um sorriso de saudade...
putz verdade, a vida sabe surpreender!
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